Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações. (Allan Kardec - E.S.E, XVII, 4)

quarta-feira, 13 de março de 2019

Assembleia Geral Ordinária CEJG

Convocação aos associados do Centro Espírita Joseph Gleber para a Assembleia Geral Ordinária a realizar-se no dia 24/03/2019 às 17h30. 
A presença de todos é de fundamental importância!
Muita luz!


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Divaldo envia importante ALERTA sobre o CARNAVAL



A palavra Carnaval, segundo alguns linguistas, é composta da primeira sílaba de velho provérbio latino: Carne nada vale (carnis levale), também interpretado como “festa do adeus à carne”.
Equivale dizer que se deve aproveitar a vivência carnal para desfrutar-se até a exaustão os prazeres sensuais proporcionados pelos festejos.
A sua origem perde-se na poeira dos tempos, inicialmente entre os egípcios, em festa de homenagem a Isis, mais tarde entre os judeus, os gregos, os romanos (as saturnais) até quando a Igreja o aceitou.... Posteriormente, passou a ter aspectos mais amplos e Paris encarregou-se de divulgá-lo ao mundo. Na atualidade, o Brasil é o grande campeão do Carnaval, e, segundo o Guinness Book, o do Rio de Janeiro é o maior do planeta, com dois milhões e duzentos mil foliões, seguido pelo de Salvador, Recife, Olinda...
É a grande bacanal em que tudo é válido, desde que proporcione prazer.
À medida que os valores éticos foram perdendo a força do equilíbrio e da razão, tornou-se a grandiosa exposição de erotismo e de vulgaridade, a prejuízo da sensatez e da dignidade.
Realmente, não é o Carnaval o responsável pelos descalabros a que grande parte da sociedade se permite, mas, sim, a oportunidade para desvelar-se, cada qual, da persona que lhe oculta o ser profundo.

Objetivando ser uma catarse a muitos conflitos, momento de liberar-se da melancolia, de distrair-se, de sorrir e bailar, quase numa peculiar maneira de terapia do júbilo, os instintos primários assumiram o comando do indivíduo, fazendo-o liberar-se das paixões inferiores, por intermédio do exibicionismo e do total abuso sexual. Ao mesmo tempo, a fim de contrabalançar os limites orgânicos, as libações alcoólicas, as drogas de estímulo com graves consequências, os relacionamentos apaixonados e perigosos, a violência que se faz liberada pelos transtornos da personalidade.
Considerando-se a falsa finalidade do Carnaval, a festa em si mesma proporciona alegria, liberação de pequenos traumas, diverte, desde que vivenciada com equilíbrio e moderação. Transformada, porém, em elemento de sensualidade e de exorbitância do prazer, produz mais danos que satisfações, porquanto, logo passa, mas os hábitos e licenças morais permanecem, transformando a existência em um carnaval sem sentido, mais animalizando os seus adeptos.
Nessa efusão de promiscuidade a que muitos se permitem, o contágio de enfermidade infectocontagiosas, de transtornos emocionais e sonhos que se tornam pesadelos são os frutos amargos da grande ilusão.
Se desejas alegrar-te e participar dos desfiles alegóricos, ricos de beleza e de nudez erótica, procura manter o equilíbrio, lembrando-te, porém, de que és imortal.

Divaldo Pereira Franco / Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 23-02-2017

Microcampanha "A Vida no Mundo Espiritual"

A Microcampanha "A Vida no Mundo Espiritual" encerra a divulgação, este mês, do livro "Os Mensageiros". 
Confira a entrevista com o escritor e palestrante José Passini, que aborda importantes características da segunda obra trazida por André Luiz.



sábado, 12 de janeiro de 2019

Poema: Mediunidade


Mediunidade
Tarefa nobre
Que obtemos do além
Para o alívio dos que sofrem
Sejam ricos sejam pobres

O sofrimento que enxuga
A lágrima dos caídos
Também minimiza nossa dor
Nos instantes tão sofridos

Quantas lágrimas a enxugar
Quantas feridas a cicatrizar
Quantas palavras a confortar!

Se nascemos com essa tarefa
Se fizermos bom uso dela
Estaremos plantando aqui na terra
Novas luzes para uma nova era

Nina Lisboa

sábado, 5 de janeiro de 2019

Microcampanha A vida no mundo espiritual

“Quem não deseje servir, procure outros gêneros de tarefa. A Comunicação não comporta perda de tempo nem experimentação doentia, sem grave prejuízo dos cooperadores incautos. Noutros Ministérios, a designação de trabalhadores define, com precisão, todos os que colaboram com o Divino Mestre. Aqui, porém, acima de trabalhadores, precisamos de servidores que atendam de boa vontade.”
(André Luiz/Chico Xavier - Os Mensageiros - cap. 5)

As obras de André Luiz, por intermédio de Chico Xavier, ampliaram os conhecimentos do público através de relatos sobre o mundo dos espíritos. Importante contribuição à Doutrina Espírita, os 13 livros do autor espiritual, que abordam a dinâmica “do outro lado da vida”, serão trabalhados através da Microcampanha “A Vida no Mundo Espiritual”.
A ação é promovida pela Área de Comunicação Social Espírita (ACSE) da União Espírita Mineira (UEM) e COFEMG – Conselho Federativo Espírita de Minas Gerais – e visa, além de levar informações sobre as obras ao público, promover a divulgação do Espiritismo e chamar a atenção da sociedade para os relatos da vida no plano espiritual.
Durante todo o ano de 2019, os livros da coleção “A Vida no Mundo Espiritual” (da FEB) serão abordados pela Microcampanha, cujo tema é "Leia André Luiz. Estude o Espiritismo". Cada mês abordará uma obra diferente nas mídias sociais da UEM e dos Conselhos Regionais Espíritas (CRE) de Minas Gerais.
Banners virtuais, cartazes, animações com trechos dos livros e entrevistas com expositores espíritas analisando a obra em questão serão algumas das ações levadas ao público pela Microcampanha, que terá a hashtag  #AVidaNoMundoEspiritual.
Os livros serão abordados em ordem de lançamento, começando por “Nosso Lar” e “Os Mensageiros” – que completam 75 anos em 2019 - e encerrando com “E a Vida Continua...” em janeiro de 2020.
Os cartazes serão disponibilizados para download no site da União Espírita Mineira. Para acompanhar as publicações e lançamentos das peças, você deve se inscrever e seguir a UEM nas redes sociais: FacebookInstagramTwitter e YouTube.
CRONOLOGIA
Conheça as obras de André Luiz, psicografadas por Francisco Cândido Xavier, que fazem parte da coleção “A Vida no Mundo Espiritual” da FEB, a serem divulgadas em 2019:
1. Nosso Lar (1944) - 75 anos;
2. Os Mensageiros (1944) - 75 anos;
3. Missionários da Luz (1945) - 74 anos;
4. Obreiros da Vida Eterna (1946) - 73 anos;
5. No Mundo Maior (1947) - 72 anos;
6. Libertação (1949) - 70 anos;
7. Entre a Terra e o Céu (1954) - 65 anos;
8. Nos Domínios da Mediunidade (1954) - 65 anos;
9. Ação e Reação (1957) - 62 anos;
10. Evolução em Dois Mundos (1958, em colaboração com Waldo Vieira) - 61 anos;
11. Mecanismos da Mediunidade (1960, em colaboração com Waldo Vieira) - 59 anos;
12. Sexo e Destino (1965, em colaboração com Waldo Vieira) - 54 anos;
13. E a Vida Continua... (1968) - 51 anos.
Fonte: www.uemmg.org.br