Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações. (Allan Kardec - E.S.E, XVII, 4)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Uma História de Amor e Luz

Em 1955, um grupo de abnegados irmãos reuniu-se nas dependências da Legião da Boa Vontade para estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo: Joaquim Portugal, Adanyl Portugal, Anatilde Van Der Maas, Regina Novais Santos e Mário Messa Cordeiro, dessa reunião nasceu um Grupo de Fraternidade.
Na expectativa de obter maiores esclarecimentos a equipe decidiu procurar, o Grupo Espírita Dias da Cruz em Caratinga - Minas Gerais. A orientação recebida: perseverança nos estudos.
Em 1966, por orientação dos confrades caratinguenses, somaram-se a esse Grupo o casal Amaro Rangel e Margarida Rangel, Déa Gazzinelli, Niasi Ganem, Dona Espanha, Maria Lomba, Dona Nada, Paiva, Mário Cordeiro, João Antônio e Sinhá, nas reuniões espíritas que se realizavam na Legião da Boa Vontade e nos lares dos companheiros. Esses valentes desbravadores estudavam, acolhiam e vivenciavam os ensinamentos de Jesus.
Neste mesmo ano, numa reunião na Fazenda Eureca, o Espírito Joseph Gleber solicitou do Companheiro Joaquim Portugal um posto de serviço em Teófilo Otoni. O confrade aceitou o desafio com a condição de o espírito ser o mentor do grupo ao que Joseph concordou: "perfeitamente, desde que o trabalho seja encarado com muita seriedade e disciplina". A partir desta data os precursores deslocaram-se para a cidade de Caratinga quinzenalmente para mais esclarecimentos e estudos.
Foi então lavrado o primeiro Estatuto do Grupo da Fraternidade Joseph Gleber: Estatuto Padrão dos Grupos da Fraternidade filiados à Organização Social Cristã André Luiz - OSCAL - registrado em Cartório no ano em curso e assinado pelos companheiros: Amaro da Silva Rangel, Margarida de Oliveira Rangel, Anatilde Van Der Maas, Déa de Paiva Gazzinelli, Vera Lúcia Tomich de Paiva, Maria Lúcia Dias Paiva, Apolônia Vasconcellos, Serafina Ângela de Souza (D.Sinhá), Odete Tomich de Paiva, Niasi Ganem, João Bezerra de Melo, Valdênio Costa Lins, Jesner Morando de Paiva e Manuel Mota, Dona Espanha, Adanyl Portugal, João Antõnio e Dona Nada.
Impulsionado pela necessidade de criar um espaço, o grupo decidiu alugar uma sala na Loja Maçônica Filadélfia. Posteriormente, utilizando de recursos próprios e de campanhas, comprou um lote na Rua Coronel Ramos nº 55, no bairro de Fátima, lançando assim em 25 de dezembro de 1966 a pedra fundamental do Grupo da Fraternidade Joseph Gleber.
Em 1967, foi inaugurado o primeiro pavilhão do prédio, com uma reunião pública para estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Em 1968, essa equipe de trabalhadores incansáveis bravamente construiu o segundo pavimento do prédio.
Os primeiros trabalhos eram assim organizados:
- Distribuição de sopa diariamente;
- Distribuição de remédios, feiras e agasalhos;
- Atendimento médico gratuito;
- Estudo de O Livro dos Espíritos;
- Reunião mediúnica às segundas-feiras;
- Reunião Pública às sextas-feiras para Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo;
- Evangelização das Crianças;
- Mocidade Espírita;
- Cultos nos Lares;
- Distribuição de brinquedos e roupas no Natal.
Em 1971, mais mãos amigas abraçam esse Lar: João Gualberto Almeida, Adalice Oliveira Santos, Lia Van Der Maas, Bezaniro Pereira dos Santos, Diocélia Salomão Saraiva, Maria Augusta Nascimento, Marly Rangel, Margareth Rangel Fani, Astrogilda Barbosa dos Santos, José Rangel, Sirene Van Der Maas, Dulce Peixoto Pinto e outros mais, ao longo dos anos vem dando corpo aos compromissados com a causa do Cristo Consolador. Esses relatos fazem parte das lembranças de nossos companheiros.

3 comentários:

  1. gostaria de lembrar alguns dos pequeninos que tbm ajudaram o centro espirita Joseph Gleber como sr josé Silva(vendedor de loterias)que atraves de suas palestras animadas despertava a atenção das crianças na época(eu mesmo era criança e adorava ouvir suas palestras, Sr Lúcia (medium)Sr Erasmo costa(medium,ajudou nas fiaçoes no joseph gleber,e fez parte tbm do joseph desde o ano de 1968. enfim os mais humildes que bateram um simples prequinho tbm deveriam ser lembrados .Muita luz a todos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá! O texto foi feito com base nas lembranças dos companheiros mais velhos no centro.Talvez você pudesse nos ajudar a contar essa história. Entre em contato conosco por e-mail: dcse.divulg@gmail.com
      Desde já agradecemos!

      Excluir
  2. gostaria de salientar tambem os nomes de ZuZu Marques,Lister roberto natali,Vilfrida natali,e tantos outros incognitos mas que de alguma forma fizeram do joseph gleber um grande centro espírita em nossa cidade.

    ResponderExcluir