Confira conosco a edição de julho/2024 do BEM - Boletim Eletrônico Mensal do CEJG:
https://mailchi.mp/2bdfc8ef7e1c/boletim-eletrnico-mensal-bem
Confira conosco a edição de julho/2024 do BEM - Boletim Eletrônico Mensal do CEJG:
https://mailchi.mp/2bdfc8ef7e1c/boletim-eletrnico-mensal-bem
“…O que duvida é semelhante à onda do mar, que é
levada pelo vento e lançada de uma para outra parte.” — Tiago. (Tiago, 1:6)
Em teus atos de fé e esperança, não permitas que a
dúvida se interponha, como sombra, entre a tua necessidade e o poder do Senhor.
A força coagulante de teus pensamentos, nas
realizações que empreendes, procede de ti mesmo, das entranhas de tua alma,
porque somente aquele que confia consegue perseverar no levantamento dos
degraus que o conduzirão à altura que deseja atingir.
A dúvida, no plano externo, pode auxiliar a
experimentação, nesse ou naquele setor do progresso material, mas a hesitação
no mundo íntimo é o dissolvente de nossas melhores energias.
Quem duvida de si próprio, perturba o auxílio divino
em si mesmo.
Ninguém pode ajudar àquele que se desajuda.
Compreendendo o impositivo de confiança que deve
nortear-nos para a frente, insistamos no bem, procurando-o com todas as
possibilidades ao nosso alcance.
Abandonemos a pressa e olvidemos o desânimo.
Não importa que a nossa conquista surja triunfante
hoje ou amanhã. Vale trabalhar e fazer o melhor que pudermos, aqui e agora,
porque a vida se incumbe de trazer-nos aquilo que buscamos.
Avançar sem vacilações, amando, aprendendo e servindo
infatigavelmente, — eis a fórmula de caminhar com êxito, ao encontro de nossa
vitória. E, nessa peregrinação incansável, não nos esqueçamos de que a dúvida
será sempre o frio do derrotismo a inclinar-nos para a negação e para a morte.
Emmanuel / Chico
Xavier
Livro: Fonte Viva –
Lição 165
“Pai nosso…” — Jesus. (Mateus, 6:9)
Para Jesus, a existência de Deus não oferece motivo
para contendas e altercações.
Não indaga em torno da natureza do Eterno.
Não pergunta onde mora.
N’Ele não vê a causa obscura e impessoal do Universo.
Chama-lhe simplesmente “Nosso Pai”.
Nos instantes de trabalho e de prece, de alegria e de sofrimento,
dirige-se ao Supremo Senhor, na posição de filho amoroso e confiante.
O Mestre padroniza para nós a atitude que nos cabe,
perante Deus.
Nem pesquisa indébita.
Nem inquirição precipitada.
Nem exigência descabida.
Nem definição desrespeitosa.
Quando orares, procura a câmara secreta da consciência
e confia-te a Deus, como nosso Pai Celestial.
Sê sincero e fiel.
Na condição de filhos necessitados, a Ele nos rendamos
lealmente.
Não perguntes se Deus é um foco gerador de mundos ou
se é uma força irradiando vidas.
Não possuímos ainda a inteligência suscetível de
refletir-lhe a grandeza, mas trazemos o coração capaz de sentir-lhe o amor.
Procuremos, assim, nosso Pai, acima de tudo, e Deus,
nosso Pai, nos escutará.
Emmanuel / Chico
Xavier
Livro: Fonte Viva – Lição 164
A
saúde é assim como a posição de uma residência que denuncia as condições do
morador, ou de um instrumento que reproduz em si o zelo ou a desídia das mãos
que o manejam.
A
falta cometida opera em nossa mente um estado de perturbação, ao qual não se
reúnem simplesmente as forças desvairadas de nosso arrependimento, mas também
as ondas de pesar e acusação da vítima e de quantos se lhe associam ao
sentimento, instaurando desarmonias de vastas proporções nos centros da alma, a
percutirem sobre a nossa própria instrumentação.
Semelhante
descontrole apresenta graus diferentes, provocando lesões funcionais diversas.
A
cólera e o desespero, a crueldade e a intemperança criam zonas mórbidas de
natureza particular no cosmo orgânico, impondo às células a distonia pela qual
se anulam quase todos os recursos de defesa, abrindo-se leira fértil à cultura
de micróbios patogênicos nos órgãos menos habilitados à resistência.
É
assim que, muitas vezes, a tuberculose e o câncer, a lepra e a ulceração
aparecem como fenômenos secundários, residindo a causa primária no
desequilíbrio dos reflexos da vida interior.
Todos
os sintomas mentais depressivos influenciam as células em estado de mitose,
estabelecendo fatores de desagregação. Por outro lado, importa reconhecer que o
relaxamento da nutrição constrange o corpo a pesados tributos de sofrimento.
Enquanto
encarnados, é natural que as vidas infinitesimais que nos constituem o veículo
de existência retratem as substâncias que ingerimos. Nesse trabalho de permuta
constante adquirimos imensa quantidade de bactérias patogênicas que, em se
instalando comodamente no mundo celular, podem determinar moléstias infecciosas
de variegados caracteres, compelindo-nos a recolher, assim, de volta, os
resultados de nossa imprevidência. Mas não é somente aí, no domínio das causas
visíveis, que se originam os processos patológicos multiformes.
Nossas
emoções doentias mais profundas, quaisquer que sejam, geram estados enfermiços.
Os
reflexos dos sentimentos menos dignos que alimentamos voltam-se sobre nós
mesmos, depois de convertidos em ondas mentais, tumultuando o serviço das
células nervosas que, instaladas na pele, nas vísceras, na medula e no tronco
cerebral, desempenham as mais avançadas funções técnicas; acentue-se, ainda,
que esses reflexos menos felizes, em se derramando sobre o córtex encefálico,
produzem alucinações que podem variar da fobia oculta à loucura manifesta,
pelas quais os reflexos daqueles companheiros encarnados ou desencarnados, que
se nos conjugam ao modo de proceder e de ser, nos atingem com sugestões
destruidoras, diretas ou indiretas, conduzindo-nos a deploráveis fenômenos de
alienação mental, na obsessão comum, ainda mesmo quando no jogo das aparências
possamos aparecer como pessoas espiritualmente sadias.
Não
nos esqueçamos, assim, de que apenas o sentimento reto pode esboçar o reto
pensamento, sem os quais a alma adoece pela carência de equilíbrio interior,
imprimindo no aparelho somático os desvarios e as perturbações que lhe são
consequentes.
Livro Pensamento e
Vida, de Emmanuel/Chico Xavier – cap. 15.
Confira conosco a edição de junho/2024 do BEM - Boletim Eletrônico Mensal do CEJG:
https://mailchi.mp/0961411ef54c/boletim-eletrnico-mensal-bem
https://mailchi.mp/9be83fd42b03/boletim-eletrnico-mensal-bem
“Suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos
outros, se algum tiver queixa; assim como o Cristo vos perdoou, assim fazei vós
também.” — Paulo. (Colossenses, 3:13)
É impossível qualquer ação de conjunto, sem base na
tolerância.
Aprendamos com o Cristo.
O Homem identifica no próprio corpo a lei da
cooperação, sem a qual não permaneceria na Terra.
Se o estômago não suportasse as extravagâncias da
boca, se as mãos não obedecessem aos impulsos da mente, se os pés não
tolerassem o peso da máquina orgânica, a harmonia física resultaria de todo
impraticável.
A queixa desfigura a dignidade do trabalho,
retardando-lhe a execução.
Indispensável cultivar a renúncia aos pequenos desejos
que nos são peculiares, a fim de conquistarmos a capacidade de sacrifício, que
nos estruturará a sublimação em mais altos níveis.
Para que o trabalho nos eleve, precisamos elevá-lo.
Para que a tarefa nos ajude, é imprescindível nos
disponhamos a ajudá-la.
Recordemos que o supremo orientador das equipes de
serviço cristão é sempre Jesus. Dentro delas, a nossa oportunidade de algo
fazer constitui só por si valioso prêmio.
Esqueçamo-nos, assim, de todo o mal, para construirmos
todo o bem ao nosso alcance.
E, para que possamos agir nessas normas, é imperioso
suportar-nos como irmãos, aprendendo com o Senhor, que nos tem tolerado
infinitamente.
Emmanuel / Chico
Xavier
Livro: Fonte Viva –
Lição 163
“Não peço para que os tires do mundo, mas que os
livres do mal.” — Jesus. (João, 17:15)
Não peças o afastamento de tua dor.
Roga forças para suportá-la, com serenidade e
heroísmo, a fim de que lhe não percas as vantagens do contato.
Não solicites o desaparecimento das pedras de teu
caminho.
Insiste na recepção de pensamentos que te ajudem a
aproveitá-las.
Não exijas a expulsão do adversário.
Pede recursos para a elevação de ti mesmo, a fim de
que lhe transformes os sentimentos.
Não supliques a extinção das dificuldades.
Procura meios de superá-las, assimilando-lhes as
lições.
Nada existe sem razão de ser.
A Sabedoria do Senhor não deixa margem à inutilidade.
O sofrimento tem a sua função preciosa nos Planos da
alma, tanto quanto a tempestade tem o seu lugar importante na economia da
natureza física.
A árvore, desde o nascimento, cresce e produz,
vencendo resistências.
O corpo da criatura se desenvolve entre perigos de
variada espécie.
Aceitemos o nosso dia de serviço, onde e como
determine a Vontade Sábia do Senhor.
Apresentando os discípulos ao Pai Celestial, disse o
Mestre: — “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.”
A Terra tem a sua missão e a sua grandeza;
libertemo-nos do mal que opera em nós próprios e receber-lhe-emos o amparo
sublime, convertendo-nos junto dela em agentes vivos do Abençoado Reino de
Deus.
Emmanuel / Chico
Xavier
Livro: Fonte Viva –
Lição 162