Confira conosco:
https://mailchi.mp/84d6947da8ba/homenagem-meimei
Meimei – Biografia
Ante o Evangelho: A paciência
Mensagem da Semana: Humanidade
Real – Fonte Viva, 127
Poema: Caridade – Casimiro Cunha
Oração de Sempre – Meimei
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Meimei – Biografia
Ante o Evangelho: A paciência
Mensagem da Semana: Humanidade
Real – Fonte Viva, 127
Poema: Caridade – Casimiro Cunha
Oração de Sempre – Meimei
Seu nome de batismo, aqui na Terra, foi IRMA CASTRO.
Nasceu a 22 de outubro de 1922, em Mateus Leme (Minas Gerais). Aos 2 anos de
idade sua família transferiu-se para Itaúna, MG. Constava de pai, mãe e 4
irmãos: Ruth (autora desta biografia), Carmen, Alaíde e Danilo. Os pais eram
Adolfo Castro e Mariana Castro.
Com 5 anos ficou órfã de pai. Meimei foi desde criança
diferente de todos pela sua beleza física e inteligência invulgar. Era alegre,
comunicativa, espirituosa, espontânea. O convívio com ela, em família, foi para
todos uma dádiva do Céu.
Cursou com facilidade o curso primário,
matriculando-se, depois na Escola Normal de Itaúna, porém, a moléstia que
sempre a perseguia desde pequena — nefrite — manifestou-se mais uma vez quando
cursava com brilhantismo o 2.º ano Normal. Sendo a primeira aluna da classe,
teve que abandonar os estudos. Mas, muito inteligente e ávida de conhecimentos,
foi apurando sua cultura através da boa leitura, fonte de burilamento do seu
espírito.
Onde quer que aparecesse era alvo de admiração de
todos. Irradiava beleza e encantamento, atraindo a atenção de quem a
conhecesse. Ela, no entanto, modesta, não se orgulhava dos dotes que Deus lhe
dera.
Profundamente caridosa, aproximava-se dos humildes com
a esmola que podia oferecer ou uma palavra de carinho e estímulo. Pura, no seu
modo simples de ser e proceder não era dada a conquistas próprias da sua idade,
apesar de ser extremamente bela.
Pertencia à digna sociedade de Itaúna. Algum tempo
depois, transferiu-se para Belo Horizonte, em companhia de uma das irmãs, Alaíde,
a fim de arranjar colocação (trabalho).
Estava num período bom de saúde, pois a moléstia de
que era portadora ia e vinha, dando-lhe até, às vezes, a esperança de que havia
se curado.
Foi nessa época que conheceu Arnaldo Rocha com quem se
casou aos 22 janeiros de idade. Viviam um lindo sonho de amor que durou 2 anos
apenas, quando adoeceu novamente.
Esteve acamada três meses, vítima da pertinaz doença —
nefrite crônica. Apesar de todos os esforços e desvelos do esposo, cercada de
médicos, veio a falecer no dia 1.º de outubro de 1946, em Belo Horizonte.
Logo depois, seu Espírito já esclarecido começou a manifestar-se
através de mensagens psicografadas por Francisco Cândido Xavier, e prossegue
nessa linda missão de esclarecimento e consolo, em páginas organizadas em
várias obras mediúnicas, que têm se espalhado por todo o Brasil e até além das
nossas fronteiras.
Seu nome “MEIMEI” (expressão chinesa que significa
“amor puro”) agora tão venerado como um “Espírito de Luz”; foi lhe dado em
vida, carinhosamente, pelo esposo Arnaldo Rocha.
Professora Ruth de Castro Mattos. (Irmã de Meimei.)
Belo Horizonte — 10 de maio de 1981.
(Biografia extraída do livro Palavras do Coração editado pela Cultura Espírita União.)
Senhor Jesus!
Entre as forças que Te servem, reconheço a minha quase
total desvalia. Entretanto, graças à Tua bondade, na fé que me concedeste
guardo um valor que me honra, embora as imperfeições que ainda carrego.
Apesar da migalha de colaboração que Te possa
oferecer, no crédito que me confias, auxilia-me a ser útil em Teu serviço.
Nas horas de crise, induze-me a ser a esperança
daqueles que estejam esmorecendo no dever a cumprir; nas discórdias que
encontre, coloca em meus lábios a palavra de tolerância e união; no tumulto,
conserva-me em Tua serenidade para que eu seja uma nota de paz; junto aos
irmãos que ainda não consigam trabalhar, faze que, de algum modo, possa eu
substituí-los sem queixa; em minhas necessidades atendidas não me consintas
menosprezar os companheiros que ainda não disponham dos recursos que me
emprestas e nos dias de penúria e dificuldade, nos quais me levas a aprender
paciência e coragem, não me permitas humilhar a ninguém.
Senhor, ensina-me a ser o pensamento que modela o bem,
o sentimento que compreenda e perdoe, o olhar que vê sem malícia, o ouvido que
escuta a aspereza sem transmiti-la aos outros, a mão que trabalha e protege; e
a voz que esclarece e abençoa sem azedume ou condenação.
Servir é o único meio de renovar-me, segundo os Teus
ensinamentos. Ajuda-me a agir e servir, sem qualquer ideia de cansaço ou
compensação; e, se não posso ombrear com as inteligências que se transformam em
chamas de Teu amor para engrandecerem a vida, deixa, Senhor, que eu seja, entre
os irmãos de experiência e de prova, um pequenino raio da Tua luz.
Meimei / Chico
Xavier – Livro: Janela para a vida
“… Eis o Homem!” — Pilatos. (João, 19:5)
Apresentando o Cristo à multidão, Pilatos não
designava um triunfador terrestre…
Nem banquete, nem púrpura.
Nem aplauso, nem flores.
Jesus achava-se diante da morte.
Terminava uma semana de terríveis flagelações.
Traído, não se rebelara.
Preso, exercera a paciência.
Humilhado, não se entregou a revides.
Esquecido, não se confiou à revolta.
Escarnecido, desculpara.
Açoitado, olvidou a ofensa.
Injustiçado, não se defendeu.
Sentenciado ao martírio, soube perdoar.
Crucificado, voltaria à convivência dos mesmos
discípulos e beneficiários que o haviam abandonado, para soerguer-lhes a
esperança.
Mas, exibindo-o, diante do povo, Pilatos não afirma: —
Eis o condenado, eis a vítima!
Diz simplesmente: — “Eis o Homem!”
Aparentemente vencido, o Mestre surgia em plena
grandeza espiritual, revelando o mais alto padrão de dignidade humana.
Rememorando, pois, semelhante passagem, recordemos que
somente nas linhas morais do Cristo é que atingiremos a Humanidade Real.
Emmanuel / Chico Xavier – Livro: Fonte Viva – Cap. 127
Use o tostão
que sobra
E que em nada
te aproveita,
Dar sempre é
exemplificar
A caridade
perfeita!
Caridade é,
muitas vezes,
Fazer-se
sempre o menor,
Está na luz da
Humildade
A caridade
melhor.
Caridade é
perdoar
A quem te
causa uma dor
É converter
todo o espinho
Numa braçada
de flor.
Caridade,
enfim, na Terra
É buscar a
perfeição,
A perfeição de
si mesmo
No templo do
coração.
Casimiro Cunha
/ Chico Xavier
Livro: Chico
Xavier — Mandato de amor
Confira
conosco em mais uma edição iluminada do nosso boletim semanal:
https://mailchi.mp/3f2916d172c6/o-mestre-e-o-apstolo
O Mestre e o apóstolo – Emmanuel
Ante o Evangelho: Caracteres do verdadeiro profeta
Mensagem da Semana: Ajudemos sempre – Fonte Viva 126
Poema: Missionário – Cruz e Souza
Prece do Educador – Dora Incontri
O Evangelho segundo o
Espiritismo — Cap. I — Item 7.
Luminosa, a coerência entre o Cristo e o Apóstolo que
lhe restaurou a palavra.
Jesus, o Mestre.
Kardec, o Professor.
Jesus refere-se a Deus, junto da fé sem obras.
Kardec fala de Deus, rente às obras sem fé.
Jesus é combatido, desde a primeira hora do Evangelho,
pelos que se acomodam na sombra.
Kardec é impugnado desde o primeiro dia do
Espiritismo, pelos que fogem da luz.
Jesus caminha sem convenções.
Kardec age sem preconceitos.
Jesus exige coragem de atitudes.
Kardec reclama independência mental.
Jesus convida ao amor.
Kardec impele à caridade.
Jesus consola a multidão.
Kardec esclarece o povo.
Jesus acorda o sentimento.
Kardec desperta a razão.
Jesus constrói.
Kardec consolida.
Jesus revela.
Kardec descortina.
Jesus propõe.
Kardec expõe.
Jesus lança as bases do Cristianismo, entre fenômenos
mediúnicos.
Kardec recebe os princípios da Doutrina Espírita,
através da mediunidade.
Jesus afirma que é preciso nascer de novo.
Kardec explica a reencarnação.
Jesus reporta-se a outras moradas.
Kardec menciona outros mundos.
Jesus espera que a verdade emancipe os homens; ensina
que a justiça atribui a cada um pela próprias obras e anuncia que o Criador
será adorado, na Terra, em espírito.
Kardec esculpe na consciência as leis do Universo.
Em suma, diante do acesso aos mais altos valores da
vida, Jesus e Kardec estão perfeitamente conjugados pela Sabedoria Divina.
Jesus, a porta.
Kardec, a chave.
Emmanuel / Chico Xavier – Livro: Opinião espírita
Lembrando Allan Kardec
Pés sangrando
no trilho solitário,
Dilacerado,
exânime, proscrito,
— Ave do sonho
em montes de granito
Assim passa no
mundo o Missionário.
Incompreendido
e estranho visionário,
Contendo, a
custo, o peito exausto e aflito,
Vai carregando
as glórias do Infinito,
Entre as
chagas e as sombras do Calvário.
Longas
jornadas, ásperos caminhos,
No campo de
grilhões, trevas e espinhos,
Onde semeia o
trigo da Verdade!…
Virão, porém, os dias da colheita
E os celeiros
da luz pura e perfeita
No Divino País
da Eternidade.
Cruz e Souza /
Chico Xavier
“E quem é o
meu próximo?” — (Lucas, 10:29)
O próximo a quem precisamos prestar imediata
assistência é sempre a pessoa que se encontra mais perto de nós.
Em suma, é, por todos os modos, a criatura que se
avizinha de nossos passos. E como a Lei Divina recomenda amemos o próximo como
a nós mesmos, preparemo-nos para ajudar, infinitamente…
Se temos pela frente um familiar, auxiliemo-lo com a
nossa cooperação ativa.
Se somos defrontados por um superior hierárquico,
exercitemos o respeito e a boa vontade.
Se um subordinado nos procura, ajudemo-lo com atenção
e carinho.
Se um malfeitor nos visita, pratiquemos a
fraternidade, tentando, sem afetação, abrir-lhe rumos novos na direção do bem.
Se o doente nos pede socorro, compadeçamo-nos de sua
posição, qualquer que ela seja.
Se o bom se socorre de nossa palavra, estimulemo-lo a
que se faça melhor.
Se o mau nos busca a influência, amparemo-lo, sem
alarde, para que se corrija.
Se há Cristianismo em nossa consciência, o cultivo
sistemático da compreensão e da bondade tem força de lei em nossos destinos.
Um cristão sem atividade no bem é um doente de mau
aspecto, pesando na economia da coletividade.
No Evangelho, a posição neutra significa menor esforço.
Com Jesus, de perto, agindo intensivamente junto dele;
ou com Jesus, de longe, retardando o avanço da luz. E sabemos que o Divino
Mestre amou e amparou, lutou em favor da luz e resistiu à sombra, até à cruz.
Diante, pois, do próximo, que se acerca do teu
coração, cada dia, lembra-te sempre de que estás situado na Terra para aprender
e auxiliar.
Emmanuel / Chico Xavier – Livro: Fonte Viva – Cap. 126
Venha ler e refletir conosco:
https://mailchi.mp/c070201b599e/aos-espritas
Auto de fé em Barcelona. Apreensão
dos livros
Ante o Evangelho: Escândalos
Mensagem da Semana: Ricamente –
Fonte Viva 125
Poema: Aos espíritas – Casimiro Cunha
Oração por auxílio – Emmanuel