Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações. (Allan Kardec - E.S.E, XVII, 4)

sábado, 20 de abril de 2013

156 anos de o Livro dos Espíritos

  
No calendário espírita, temos algumas datas significativas e 18 de abril, é uma delas.
   Foi em 1857, portanto 156 anos atrás, que Allan Kardec ao lançar o LIVRO DOS ESPÍRITOS, instituiu as bases da doutrina que iria representar o renascimento dos ideais que Jesus enunciou dois mil anos antes.
   As sólidas bases que alicerçaram o Espiritismo garantiram a sua rápida expansão tanto na Europa, quanto no resto do mundo, principalmente no Brasil e tudo isso se deve ao Codificador, que abrindo mão das facilidades, lazeres e suas atividades como professor, mergulhou com entusiasmo nas lides daquilo que reconheceu como sua missão.
   O grupo daqueles que professam os princípios legados por Allan Kardec ainda é, proporcionalmente, pequeno. Todavia, são pessoas que, sinceramente, acreditam naquilo que fazem e valorizam aquilo em que acreditam.
   A essência do Espiritismo ainda não está representada na quantidade dos seus profitentes, mas sim, na manutenção de uma mensagem que não pode ser deturpada ao sabor dos traiçoeiros ventos da História.
   Cumpre, pois, que a cada um de nós, caiba uma profunda reflexão sobre o que queremos e esperamos de nossa doutrina.
   É bem verdade que se hoje ainda não aparecemos nos dados estatísticos, nem com personalidade própria, nem como uma doutrina de raízes essencialmente cristãs, também é fato que isso não nos esmorece, pois sabemos e sentimos que Jesus, nosso exemplo maior, é o guia eterno que nos oferece os elementos para construirmos um mundo melhor.
   A semente de Kardec ainda está brotando, o Livro dos Espíritos, lembrado este mês, é um manancial de sabedoria e a garantia de nossa unidade em direção à luz.
 
Informativo do Centro Espírita Bezerra de Menezes/RJ

Nenhum comentário:

Postar um comentário