Já está valendo!
Destaque para a 6a. obra da Coleção "A Vida no Mundo Espiritual" (pelo Espírito André Luiz).
É o Projeto Lendo e Relendo André Luiz, promovido pelo Departamento de Estudos do C. E. JOSEPH GLEBER.
Vamos ler, reler, estudar?
Já está valendo!
Destaque para a 6a. obra da Coleção "A Vida no Mundo Espiritual" (pelo Espírito André Luiz).
É o Projeto Lendo e Relendo André Luiz, promovido pelo Departamento de Estudos do C. E. JOSEPH GLEBER.
Vamos ler, reler, estudar?
Senhor!
Deste-nos o trabalho por sustento da vida.
Concede-nos, por misericórdia, mais trabalho com que
nos dirijamos dentro da segurança precisa para a Vida Maior.
Nas horas difíceis faze-nos trabalhar com mais
eficiência, para que o obstáculo se nos converta em lição.
Nos momentos felizes, auxilia-nos a trabalhar com mais
devotamento ao serviço, aumentando a alegria dos outros.
Quando a carência apareça, induze-nos ao trabalho
necessário para que o trabalho em nosso coração e em nossas mãos se transforme
nos recursos de que necessitemos a fim de cumprir-te os desígnios.
Quando a prosperidade nos visite, orienta-nos na
manutenção do trabalho mais amplo, para que a felicidade de todos se nos erija
contigo em meta por atingir.
No instante em que o erro nos assinale a marcha,
auxilia-nos a trabalhar na retificação que nos assegure o reequilíbrio; e
sempre que, em teu amor, pudermos manter o passo em rumo certo, reveste-nos as
possibilidades com as bênçãos do trabalho para que não nos precipitemos nas
aventuras ou nos riscos inúteis, que nos acenem além das margens, suscetíveis
de nos ensombrarem a esperança de servir-te e a coragem de acompanhar-te.
Em todos os instantes, em todas as situações, com todas as criaturas, diante de quaisquer problemas, à frente de quaisquer lutas, perante todas as ocorrências da estrada e em todas as nossas experiências, por dentro e por fora de nós, jamais nos arredes do trabalho, Senhor, porque é no trabalho que possuiremos o sentido real de tua vontade e será sempre no trabalho que disporemos, sem vacilação e sem dúvida, sem desânimo e sem esmorecimento, da direção exata a fim de buscar-te, cada dia, até que possamos identificar-nos finalmente contigo, para viver em ti e no trabalho que te define e te representa na paz e na elevação de todos, agora e para sempre.
Batuíra / Chico Xavier – Livro: Irmãos unidos
“Não fazem os
publicanos também o mesmo?” — Jesus. (Mateus, 5:46)
Trabalhar no
horário comum irrepreensivelmente, cuidar dos deveres domésticos, satisfazer
exigências legais e exercitar a correção de proceder, fazendo o bastante na
esfera das obrigações inadiáveis, são tarefas peculiares a crentes e descrentes
na senda diária.
Jesus,
contudo, espera algo mais do discípulo.
Correspondes
aos impositivos do trabalho diuturno, criando coragem, alegria e estímulo, em
derredor de ti?
Sabes
improvisar o bem, onde outras pessoas se mostraram infrutíferas?
Aproveitas,
com êxito, o material que outrem desprezou por imprestável?
Aguardas, com
paciência, onde outros desesperaram?
Na posição de
crente, conservas o espírito de serviço, onde o descrente congelou o espírito
de ação?
Partilhas a
alegria de teus amigos, sem inveja e sem ciúme, e participas do sofrimento de
teus adversários, sem falsa superioridade e sem alarde?
Que dás de ti
mesmo no ministério da caridade?
Garantir o
continuísmo da espécie, revelar utilidade geral e adaptar-se aos movimentos da
vida são característicos dos próprios irracionais.
O homem
vulgar, de muitos milênios para cá, vem comendo e bebendo, dormindo e agindo
sem diferenças fundamentais, na ordem coletiva. De vinte séculos a esta parte,
todavia, abençoada luz resplandece na Terra com os ensinamentos do Cristo,
convidando-nos a escalar os cimos da espiritualidade superior. Nem todos a
percebem, ainda, não obstante envolver a todos. Mas, para quantos se felicitam
em suas bênçãos extraordinárias, surge o desafio do Mestre, indagando sobre o
que de extraordinário estamos fazendo.
Emmanuel / Chico Xavier – Fonte Viva – FEB – cap. 96
Na culminância
do projeto “Lendo e relendo André Luiz – etapa No mundo maior”, uma roda de
conversa guiada pelos companheiros Oliveira, Marly, Rosane e Nilton, trouxe
reflexões sobre os conceitos abordados pela obra tais como: mediunidade,
animismo, aborto criminoso, suicídio, alcoolismo, leviandade, ódio e desilusão.
Se você não
viu, vale a pena conferir: https://www.youtube.com/watch?v=IdOY2R-0cZA
Venha conferir
conosco:
Em todos os
homens vemos irmãos – Comunicado FEB
Ante o Evangelho:
O homem de bem
Mensagem da
Semana: Vê e segue – Fonte Viva 95
Poema: Oração
ao Cruzeiro – Pedro de Alcântara
Oração da
fraternidade – Bezerra de Menezes
https://mailchi.mp/1682548534b3/em-todos-os-homens-vemos-irmos
“Allan Kardec encontrou, nos princípios da Doutrina
Espírita, explicações que apontam para leis sábias e supremas, razão pela qual
afirmou que o Espiritismo permite “resolver os milhares de problemas
históricos, arqueológicos, antropológicos, teológicos, psicológicos, morais,
sociais, etc.” (Nota explicativa em O livro dos espíritos).
Sempre
dinâmica, a Doutrina dos Espíritos nos ensina diariamente a importância de
ações solidárias relacionadas às nossas vidas. Apresenta conceitos sobre
questões morais, existenciais e sociais que permeiam nossos dias, a exemplo da
igualdade e da fraternidade.
Allan Kardec,
o Codificador, elucida-nos que […] “o Espiritismo, restituindo ao Espírito o
seu verdadeiro papel na Criação, constatando a superioridade da inteligência
sobre a matéria, faz com que desapareçam, naturalmente, todas as distinções
estabelecidas entre os homens, conforme as vantagens corporais e mundanas,
sobre as quais só o orgulho fundou as castas e os estúpidos preconceitos de
cor”. (Revista Espírita, out. 1861)
Somos iguais e
trabalhamos em comunhão para que assim todos se sintam verdadeiramente irmãos.
Reflete Ismael Gomes Braga que “no racismo existe uma transmutação da ideia de
justiça na de crueldade, porque aí a justiça se divorcia da caridade” (Reformador,
dez. 1942).
Enfatiza,
conforme também escreve Herculano Pires no livro Ciência espírita, que “o
Espiritismo explica a complexidade desse problema e revela a sua grandeza moral
no desenvolvimento espiritual da Humanidade. É precisamente no plano social
terreno, onde a dispersão da unidade humana gera as discriminações, que a
reintegração na unidade vai se processar no difícil aprendizado do princípio do
amor ao próximo”.
“Em diversos
pontos de sua obra, o Codificador Allan Kardec se refere aos Espíritos
encarnados em tribos incultas e selvagens, então existentes em algumas regiões
do planeta, e que, em contato com outros polos de civilização, vinham sofrendo
inúmeras transformações, muitas com evidente benefício para os seus membros,
decorrentes do progresso geral ao qual estão sujeitas todas as etnias,
independentemente da coloração de sua pele. […] (Nota explicativa em O livro
dos espíritos).
Em oportuna
explicação sobre este tema, a Federação Espírita Brasileira registra nota
explicativa presente nas edições febianas das obras de Kardec, decorrente do
entendimento junto à Justiça, com intuito de esclarecimento frente ao público,
(MPF/TAC nº 1.14.000.000835/2006-12; Data 6/11/2007) que nos esclarece: Na
época, Allan Kardec sabia apenas o que vários autores contavam a respeito dos
selvagens africanos, sempre reduzidos ao embrutecimento quase total, quando não
escravizados impiedosamente. Com base nos conceitos divulgados na época, Kardec
repete, com outras palavras, o que os pesquisadores descreviam em retorno das
viagens que faziam à África negra. Enfatiza, no entanto, o Codificador, que o
homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças
nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. (O evangelho segundo
o espiritismo, capítulo XVII, item 3, p. 348.)
Aprendizes que
somos, finalizamos com a reflexão do próprio Allan Kardec: “nós trabalhamos
para dar a fé aos que em nada creem; para espalhar uma crença que os torna
melhores uns para os outros, que lhes ensina a perdoar aos inimigos, a se
olharem como irmãos, sem distinção de raça, casta, seita, cor, opinião política
ou religiosa; numa palavra, uma crença que faz nascer o verdadeiro sentimento
de caridade, de fraternidade e deveres sociais”. (Revista Espírita, fev. 1863).
Texto extraído do sítio da FEB (Comunicado): https://www.febnet.org.br/portal/2023/03/07/em-todos-os-homens-vemos-irmaos/
“Uma coisa sei: Eu era cego e agora vejo.” — (João, 9:25)
Apesar de o
trabalho renovador do Evangelho, nos círculos da consolação e da pregação,
desdobrar-se, diante das massas, semeando milagres de reconforto na alma do
povo, o serviço sutil e quase desconhecido do aproveitamento da Boa Nova é
sempre individual e intransferível.
Os aprendizes
da vida cristã, na atividade vulgar do caminho, desfrutam do conceito de
normalidade, mas se não gozam de vantagens observáveis no imediatismo da
experiência humana, quais sejam as da consolação, do estímulo ou da
prosperidade material, de maneira a gravarem o ensinamento vivo de Jesus, nas
próprias vidas, passam à categoria de pessoas estranhas, muita vez ante os
próprios companheiros de ministério.
Chegado a semelhante
posição, e se sabe aproveitar a sublime oportunidade pela submissão e
diligência, o discípulo experimenta completa transposição de plano.
Modifica a
tabela de valores que o rodeiam.
Sabe onde se
ocultam os fundamentos eternos.
Descortina
esferas novas de luta, através da visão interior que outros não compreendem.
Descobre
diferentes motivos de elevação, por intermédio do sacrifício pessoal, e
identifica fontes mais altas de incentivo ao esforço próprio.
Em vista
disso, frequentemente provoca discussões acesas, com respeito à atitude que
adota à frente de Jesus.
Por ver, com
mais clareza, as instruções reveladas pelo Mestre, é tido à conta de fanático
ou retrógrado, idiota ou louco.
Se, porém, procuras efetivamente a redenção com o Senhor, prossegue seguro de ti mesmo; repara, sem aflição e sem desânimo, as contendas que a ação genuína de Jesus em ti recebe de corações incompreensivos e estacionários, repete as palavras do cego que alcançou a visão e segue para diante.
Emmanuel / Chico Xavier – Fonte Viva – FEB – cap. 95
Confira conosco:
https://mailchi.mp/c1b90d1badec/especialmente-mulher
Especialmente à mulher – Emmanuel
Ante o Evangelho: A beneficência
Mensagem da Semana: Capacete da
Esperança – Fonte Viva 94
Poema: Às filhas da Terra - Bittencourt
Sampaio
Prece: Auta de Souza
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