Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações. (Allan Kardec - E.S.E, XVII, 4)

sábado, 3 de agosto de 2019

Reflexões


O objetivo da Doutrina Espírita não é fascinar para dominar: é esclarecer para redimir.
A fé espírita é trigo, não é joio: nutre e fortalece a mente, não alucina nem incendeia a imaginação. Sua escola não visa a aliciar e arranchar indivíduos passivos que se movam tangidos pelo cajado de zagais que a si mesmos se divinizam e outorgam poderes e privilégios.
A moral espírita, revivendo a do Cristo de Deus, cria personalidades, consolida caracteres, faz homens livres.
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É com a chave da coragem moral revelada na organização dos lares, colaborando com Deus no aperfeiçoamento das suas obras mediante a criação e educação dos filhos, que os sacerdotes e as sacerdotisas da família farão girar em seus gonzos os portais dos tabernáculos eternos, penetrando, vitoriosos, em seus arcanos, acompanhados daqueles com quem lutaram ombro a ombro, ajudando a vencer as asperezas e a escabrosidade do carreiro percorrido.
Jamais será com a gazua do celibato, dos claustros e das clausuras, fugindo àquelas responsabilidades e àqueles encargos pesados, que se logrará abrir, para si próprio e para outrem, as portas do Céu.

Vinícius / Livro: Na Seara do Mestre

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